domingo, 21 de março de 2010
Isto é a situação da praia da Apúlia, frente de praia, tudo isto foi construído na duna frontal.
Fotografia 1: Esporão de Ofir
ANITA MARINHO Nº2 11ºG
sábado, 20 de março de 2010
Minerais e sua identificação
Um mineral é uma substancia, sólida, natural e inorganica, de estrutura cristalina e com composição química ou veriável dentro de limites defenidos. a estrutura cristalina dos minerais caracteriza-se por um arranjo regular, repetitivo e tridimensional dos átomos que o constituem. Existem ainda substancias sólidas, naturais e inorganicas, que nao possuem estruturas cristalinas. Estas substancias designam-se mineralóides (ex. opala). Os minerais formam-se a partir de misturas, ou melhor, de soluções aquosas sobressaturadas. O estudo físico dos minerais possibilita determinar as suas propriedades ópticas (cor, brilho, transparencia, refracção, dicroísmo, fluorescencia, etc.) e ainda o seu peso específico e a sua dureza. O estudo das propriedades químicas dos minerais recorre a análises laboratoriais, Os minerais são vulgarmente classificados como magmáticos, sedimentares ou metamorficos. Os minerais de origem sedimentar mais comuns são concentrados puros ou minerais de areias, ou minerais de argilas ou carbonatos ( principalmente a calcite, a aragonite e a dolomite).
Propriedades físicas dos minerias:
- COR
- RISCA OU TRAÇO

- BRILHO OU LUSTRE
Saída de campo-Foz do Neiva
Fotografia 5. Aspecto da foz do Neiva
O rio Lima transporta 63 mil metros cúbicos de sedimentos por ano e o rio Cávado transporta 83 mil metros cúbicos de sedimentos por ano, enquanto o rio Neiva só transporta 3,5 mil metros cúbicos por ano. É um rio comparativamente irrelevante no que diz respeito ao transporte de sedimentos.
Como os sedimentos são cada vez mais raros nas praias, este rio tem importância sobretudo na alimentação das praias que estão a sul. Dado que o sentido da deriva litoral é de Norte para Sul, todos os sedimentos que saem da foz deste rio dirigem-se para sul.
Fotografia 6. Sedimentos na foz
Esta zona é bastante equilibrada em termos ambientais, tendo uma biodiversidade relevante. Existem garças, rapinas como o buteu e o tartaranhao dos paulis, o pato-real, que aproveita os caniços para se reproduzir, as gaivotas e ainda as aves limícolas, por exemplo os pilritos e muitos outros. Estas últimas são aves que, normalmente, têm patas altas e remexem com os bicos, removendo os sapais, as lamas e os lodos à procura de vermes e de caranguejos. Este rio também tem trutas, bogas, cobras da água, que aparecem principalmente ao sol e robalos, acontecendo que, por vezes, as águias pesqueiras com as patas capturam o robalo.
Existem várias casas construídas quer no leito de cheio deste rio, quer sobre as dunas, constituindo estes dois erros de construção numa área reduzida, demonstrando a falta de censo da construção nas zonas costeiras e hidrográficas.
Fotografia 7. Ocupação Antrópica no leito de cheia
Fotografia 8. Ocupação da duna
Fotografia 9. Ocupação da duna
ANITA MARINHO Nº2 11ºG
Rochas sedimentares
Os sedimentos, precursores das rochas sedimentares, encontram-se na superfície terrestre resultantes de fenómenos de meteorização e erosão de rochas pré-existentes assim como de restos orgânicos. Assim são constituídos maioritariamente por areias, siltes e conchas de organismos. Estes primeiros, formam-se à medida que a meteorização vai fragmentando as rochas da crosta, sendo posteriormente transportados pela erosão.

A água e o vento são os principais agentes de transporte de sedimentos. Quando estes agentes perdem a capacidade de transportar, devido a uma diminuição da velocidade, ocorre a sedimentação.
Com o continuar da sedimentação, os sedimentos dispostos nos estratos inferiores são compactados (diminuição de volume) e cimentados (precipitação de minerais novos em torno das partículas depositadas, colando-as). Ao conjunto de processos que transformam os sedimentos em rochas sedimentares consolidadas dá-se o nome de diagénese.

Os sedimentos e as rochas sedimentares são caracterizados pela presença de estratificação - que resulta da formação de camadas paralelas e horizontais, pela deposição contínua de partículas no fundo de um oceano, de um lago, de um rio ou numa superfície continental.
Uma outra caracterísitica das rochas sedimentares é a sua ordenação temporal. Assim numa sequência de estratos que não tenha sido modificada da sua posição original, um estrato é mais antigo do que aquele que está por cima, e mais recente do que o que está por baixo - Princípio da sobreposição.
A estratificação das rochas sedimentares e o príncipio da sobreposição:

É quando se dá a deposição de sedimentos que ocorre o enterramento de organismos que poderão originar fósseis. Nos casos em que ocorre boa preservação das evidências orgânicas, reunem-se geralmente quatro condições:
- enterramento rápido;
- com sedimentos finos;
- em ambiente marinho;
- o organismo contém partes duras.
Carla Pinto Nº5 11º G

A escala do tempo geologico tem varias divisoes como diferentes amplitudes. Entre essas divisoes, vamos considerar as Eras, nao esquecendo, que existem divisoes superiores e inferiores as eras por exemplo a cima das Eras existem Eons e as Eras estao divididas em unidades menores chamadas Períodos e estes ainda se dividem em Épocas.
CARLA NOVAIS Nº4 11ºG
Datação relativa das rochas
Estratigrafia- é o ramo da geologia que se ocupa do estudo das rochas sedimentares e das suas relaçoes espaciais e temporais.
Principios que podem ser utilizados para a datação relativa de formações geologicas:
da sobreposição-os estratos mais recentes sobrepoe-se aos mais antigos.
Principio da continuidade lateral-um estrato continuo tem a mesma idade em todos os pontos

Principio da identidade Paleontologica- admite que os fosseis de determinados grupos aparecem numa ordem defenida e que os estratos que possuem os mesmos fosseis têm a mesma idade.

Principio da intersecção e principio da inclusão-toda a estrutura geologica que atravessa outra é mais recente do que a que é atravessada.

Principio do actualismo- baseado na frase " O presente é a chave do passado" , isto é, os fenómenos geologicos que existem actualmente podem explicar o que aconteceu no passado.

Pode-se então concluir que a estratigrafia é essencial na explicação da história da Terra.
CARLA NOVAIS Nº4 11ºG
" O presente é a chave do passado"
As rochas sedimentares contam-nos a história sobre o passado da Terra.
As rochas sedimentares, arquivos históricos da Terra
As rochas sedimentares sao normalmente,estratificadas e contêm a maioria dos fosseis que nos contam a história da Terra. A estratificação refletem as alteraçoes que ocorrem na Terra, tal como os fosseis nos dao informaçao sobre a vida e os ambientes passado(paleoambientes). Na estratificação existem falhas ou interrupçoes existentes nas rochas sedimentares:marcas de ondulação, fendes de retracção, marcas de gota de chuva e icnofósseis-pegadas de animais, pistas de reptação, feses fossilizadas.

CARLA NOVAIS Nº4 11ºG






